TV, Rádio, portal e redes sociais acompanharão votação e apuração, além do resultado do pleito; equipes estarão em campo na capital e no interior
A Superintendência de Comunicação da Assembleia Legislativa de Roraima (SupCom/ ALERR) estará mobilizada neste domingo (4) para levar ao público uma cobertura multiplataforma das eleições gerais de 2026. TV, Rádio, portal e redes sociais atuarão de forma integrada para acompanhar a movimentação nos locais de votação, a apuração dos votos e a totalização dos resultados.
Cerca de 60 profissionais estarão envolvidos na cobertura, que contará com equipes em campo na capital e no interior. A programação da TV Assembleia terá transmissão simultânea pela televisão, Rádio Assembleia e YouTube, além de atualizações nas redes sociais.
Conforme explica a diretora de Rádio e TV, Camila Dall’Agnol, a programação começa às 8h e segue até o meio-dia. À tarde, a transmissão será retomada às 15h30, com a participação de convidados, e continuará até a conclusão da apuração.
“A nossa programação iniciará a partir das 8h com transmissão simultânea na TV, Rádio e YouTube. Nós teremos quatro equipes em campo, nas sessões mais movimentadas. Pela tarde, a nossa transmissão iniciará às 15h30, com a participação de convidados. O público poderá acompanhar todo nosso trabalho também por meio das nossas redes sociais, que terão atualizações em tempo real”, detalha.
A Rádio Assembleia (98,3 FM) também terá uma programação especial para todo o Estado. A cobertura seguirá a dinâmica da TV Assembleia, com informações e flashes ao vivo de repórteres posicionados em diferentes pontos da capital.
Segundo a coordenadora da Rádio Assembleia, Bruna Alves, a programação foi planejada para acompanhar os principais acontecimentos do dia de votação e manter os ouvintes atualizados durante todo o pleito.
“Nós faremos uma cobertura integrada com a TV Assembleia e também com a Rádio Senado mostrando o panorama das eleições roraimenses em âmbito nacional. Quem quiser acompanhar pode sintonizar na 98,3 FM ou acessar o site da Assembleia que conta com um player ao vivo da rádio”, informa.
Além da cobertura em vídeo e áudio, a equipe do portal da Assembleia acompanhará os principais acontecimentos do pleito e produzirá conteúdos jornalísticos para divulgação à imprensa por meio de releases. As redes sociais também terão atualizações ao longo do dia.
Mais de 400 mil eleitores de Roraima estão aptos a votar nas eleições gerais de 2026, que definem os representantes para os Legislativos estadual e federal, além dos cargos de governador e presidente da República.
Horário da programação
A programação terá início às 8h e seguirá até às 12h. À tarde, será retomada às 15h30 e permanecerá no ar até a conclusão da apuração das urnas.
As orientações buscam melhorar as relações entre fornecedores e consumidores
O comércio é um importante segmento da economia e responsável por empregar milhares de trabalhadores em todo o país. Entre as funções de destaque está a de vendedor, profissional fundamental para o setor varejista e que mantém contato direto com o público e os clientes. Para homenagear esses trabalhadores, o dia 1º de outubro é celebrado em todo o país como o Dia do Vendedor. Em Roraima, a data integra o calendário oficial de eventos do estado desde 2015, quando foi instituída pela Lei nº 993/2015.
Segundo o assessor técnico do Procon Assembleia, Ailton Rosa, o órgão leva orientações para lojistas e vendedores sobre direitos e deveres previstos no Código de Defesa do Consumidor.
Além de reconhecer a importância desses profissionais, a data também reforça a necessidade de capacitação para garantir relações de consumo mais transparentes e equilibradas. É nesse sentido que atua o Procon Assembleia. Além de oferecer atendimento ao público, o órgão de defesa do consumidor da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) também promove capacitações e orientações para lojistas e vendedores.
Conforme explica o assessor técnico do Procon, Ailton Rosa, durante a ação, os vendedores recebem orientações sobre o Código de Defesa do Consumidor e têm a oportunidade de esclarecer dúvidas frequentes sobre direitos e deveres nas relações de consumo.
“A nossa principal finalidade é tentar inibir as questões de ocorrências entre o consumidor e os vendedores. Muitas vezes, a gente leva orientações a esses estabelecimentos, e isso passa a integrar a política das lojas. Entre as maiores dúvidas dos lojistas estão as questões relacionadas à troca de produtos, garantia e produtos com defeito”, detalha.
Capacitações para os profissionais do comércio
As orientações também podem chegar diretamente aos estabelecimentos comerciais. O Procon Assembleia está disponível para levar capacitações às lojas interessadas, aproximando o órgão dos vendedores e contribuindo para que situações do dia a dia sejam resolvidas de acordo com a legislação consumerista.
A vendedora Syang Soares auxilia diariamente os clientes e o público em geral.
Na prática, quem trabalha diariamente com o atendimento ao público conhece a importância de estar preparado para orientar o consumidor e lidar com diferentes situações durante uma venda. Syang Soares trabalha em supermercado e atua com vendas online e presenciais. Para ela, a capacitação contribui para melhorar a relação com os clientes.
“O meu trabalho é ajudar principalmente os clientes que moram no interior do estado. Como a gente faz o atendimento online é importante estar bem informada quanto às regras e oferecer o melhor atendimento quando temos alguma mercadoria estragada. Eu me sinto muito satisfeita em poder auxiliar todos”, afirma.
Atendimentos do Procon Assembleia
O Procon Assembleia funciona no prédio da Superintendência de Programas Especiais, localizado na Avenida Ataíde de Teive, nº 3510, bairro Buritis. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
O órgão de defesa do consumidor também tem polo no prédio do Fórum da Cidadania – Palácio Latife Salomão, situado na avenida Glaycon de Paiva, bairro Mecejana. O serviços é oferecido das 8h às 13h. Além disso, os consumidores de todo o estado podem enviar suas demandas de forma remota, por meio do telefone (95) 98401-9465.
Documento está disponível no Diário Oficial da Assembleia Legislativa de Roraima
Os candidatos aos cargos de Consultor Legislativo e Analista Legislativo do concurso público da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) já podem consultar o resultado definitivo das provas objetivas e discursivas. A divulgação foi feita nesta quarta-feira (30) pela Fundação Carlos Chagas (FCC), banca organizadora do certame.Os resultados podem ser acessados no Diário Oficial da Assembleia Legislativa, no site al.rr.leg.br. O cronograma do concurso prevê para o dia 20 de outubro a publicação do resultado definitivo da prova prática para o cargo de Taquígrafo. Após essa etapa, será realizada a homologação definitiva dos resultados do certame.
O presidente da comissão do concurso e procurador-geral da Assembleia Legislativa, Sergio Mateus, esclarece que o concurso para Procurador Legislativo é um certame distinto, com etapas próprias ainda a serem realizadas.
“São editais distintos, com cronogramas e etapas próprias. No concurso para procurador da Assembleia Legislativa, ainda teremos a prova oral, além da avaliação de títulos e da avaliação biopsicossocial dos candidatos com deficiência, antes da divulgação do resultado final, prevista para 18 de dezembro”, detalha o procurador.
A próxima fase para o cargo de Procurador Legislativo será a prova oral, marcada para 18 de outubro, no plenário da Assembleia Legislativa. Em seguida, está prevista para 23 de outubro a publicação do resultado preliminar da prova oral e da avaliação de títulos.
Programa reuniu profissionais de diferentes áreas para discutir avanços, acessibilidade e participação social em Roraima
A Superintendência de Comunicação (SupCom) da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) promoveu, nesta sexta-feira (25), um podcast especial sobre os direitos das pessoas com deficiência, com o tema “Setembro Verde: Inclusão que precisa ser vivida”. O programa foi transmitido pela TV ALERR, no canal 57.3, e reuniu profissionais de diferentes áreas para discutir os desafios e os avanços relacionados à inclusão em Roraima.
Durante o debate, os convidados abordaram temas como acessibilidade, inclusão educacional, atendimento às famílias, comunicação, esporte paralímpico, dificuldades de inserção no mercado de trabalho e efetivação dos direitos previstos na legislação. As discussões também destacaram a importância da participação da sociedade para que as garantias legais sejam colocadas em prática no cotidiano.
Jornalista Raynãa Fernandes conduz debate sobre os avanços e desafios para a inclusão em Roraima
A jornalista Raynãa Fernandes, mediadora do podcast, destacou que o debate evidenciou avanços, mas também desafios que ainda precisam ser enfrentados para que a inclusão faça parte da rotina da sociedade.
“Sim, estamos avançando, mas ainda não estamos no mundo ideal. Quando a gente fala de educação, de acesso, de facilitar a educação nos espaços de socialização e, principalmente, da mentalidade da nossa sociedade, esse é o ponto-chave. É uma mudança que depende de leis efetivas, mas também da participação da nossa sociedade”, destacou.
Família, políticas públicas e acesso à saúde
O coordenador do Centro de Acolhimento ao Autista (Teamarr), Jourdan Galvão, destacou a importância de incluir as famílias e a sociedade nas discussões sobre políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência.
Coordenador do Teamarr, Jourdan Galvão, ressalta a importância do atendimento às famílias na construção de políticas públicas
“Quando a gente fala em inclusão, a gente tem que incluir, englobar a família e a sociedade como um todo. O Teamarr funciona como um receptor dessas informações familiares. A gente colhe as necessidades e procura discutir políticas públicas necessárias para dar suporte a essa população que, muitas vezes, não é ouvida no seu dia a dia”, explicou.
Presidente da Associação Amardown, Francisca Evânia da Costa, relata desafios enfrentados diariamente pelas famílias de pessoas com deficiência
Para Francisca Evânia da Costa, presidente da Associação Amardown, apesar dos avanços, as famílias ainda enfrentam dificuldades diárias, principalmente nas áreas de educação e saúde.
“A inclusão é muito bonita no papel, mas nós, por exemplo, lá da associação, sentimos a dificuldade diária das mães e de toda a família. Ainda falta muita coisa, principalmente na educação e na saúde. Acredito que já tivemos algum avanço, mas precisa muito, muito mesmo”, ressaltou.
Cynara Portella, do Centro Estadual de Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS), ressaltou que a presença em espaços públicos não significa, necessariamente, que uma pessoa com deficiência esteja incluída. Como exemplo, citou as dificuldades enfrentadas por pessoas surdas no acesso aos serviços de saúde.
Representante do CAS, Cynara Portella destaca a importância da acessibilidade para garantir a inclusão de pessoas surdas
“Permitir que as pessoas surdas ou com outras deficiências estejam em ambientes públicos não quer dizer que exista inclusão. Um surdo tem o direito legal de procurar um hospital público, mas ainda temos, enquanto sociedade, essa deficiência com relação à efetivação da inclusão”, ressaltou.
A representante do CAS também destacou a importância do diálogo para avançar na construção de soluções. “Se nós não discutimos, se não debatemos, a gente não consegue dar um passo à frente. A gente fica na mesmice”, afirmou.
Esporte como ferramenta de inclusão
O esporte também foi apresentado como ferramenta de socialização e qualidade de vida. A treinadora Ana Kesia Neves, do Centro de Referência Paralímpica em Roraima, explicou que a oferta de modalidades para pessoas com deficiência vem crescendo no estado.
Treinadora Ana Kesia Neves apresenta o esporte paralímpico como ferramenta de socialização e qualidade de vida em Roraima
“O esporte entra para acrescentar ainda mais para a pessoa com deficiência uma opção de qualidade de vida, um local onde ela possa socializar e praticar esporte. É algo que ela gosta, que motiva, que pode competir e interagir”, explicou.
Um dos assuntos abordados por ela foi a necessidade de adequar os recursos às necessidades das pessoas com deficiência. Como exemplo, citou o caso de uma aluna que se queixava de dores no braço. Ao conversar com a estudante e buscar entender a situação, percebeu que o desconforto era causado pela cadeira utilizada por ela, que não era confortável e pesava mais de 20 quilos.
A cadeira era diferente daquela usada pela aluna durante os treinos, que é mais leve e permite maior liberdade de movimento.
Ao longo do podcast, os participantes reforçaram que a inclusão depende não apenas da existência de leis, mas também do conhecimento sobre esses direitos e da participação da sociedade para que sejam efetivamente colocados em prática. Educação, saúde, acessibilidade, esporte, atendimento especializado e participação das famílias foram apontados como áreas que precisam caminhar de forma integrada para ampliar a inclusão em Roraima.
Nesse processo, conhecer os direitos e compreender as necessidades das pessoas com deficiência são passos importantes para que a sociedade também participe da construção de uma realidade mais inclusiva.
Em razão da legislação eleitoral, a produção será disponibilizada no YouTube da ALERR (@assembleiaRR) somente após o período de campanha eleitoral.
Bate-papo vai ao ar nesta sexta-feira (25), a partir das 15h30, com profissionais que vivenciam essas dificuldades no cotidiano
A conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência e os desafios para garantir uma sociedade verdadeiramente inclusiva serão tema do podcast da Superintendência de Comunicação (SupCom) da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR), nesta sexta-feira (25), a partir das 15h30, pela TV ALERR (Canal 57.3).
A proposta do programa é abordar, de maneira acessível e informativa, os direitos assegurados a esse público pela legislação brasileira e pelas normas estaduais, discutindo, sobretudo, em que medida essas garantias são efetivamente respeitadas e concretizadas no dia a dia.
“Será um momento de escutar profissionais e pessoas que realmente vivenciam isso na pele, para que possamos discutir novas políticas públicas”, frisa a mediadora Raynãa Fernandes, mediadora.
O debate terá mediação da jornalista Raynãa Fernandes e contará com a participação de convidados para abordar temáticas como educação inclusiva, acessibilidade, comunicação, atendimento especializado, esporte, autismo e políticas públicas direcionadas.
“A gente destaca, principalmente agora no Setembro Verde, quando falamos muito sobre garantia de direitos da pessoa com deficiência. Existe uma lei, mas de que forma isso vem sendo aplicado pela sociedade? Como a sociedade vê a inclusão? Então, teremos a oportunidade de falar como isso acontece na prática no esporte, na escola e no mercado de trabalho”, adianta.
Ainda segundo ela, o podcast também tem como objetivo incentivar uma reflexão que vá muito além de afirmar que a inclusão existe e que há leis específicas.
“A questão é: elas são efetivas? A sociedade tem colocado em prática? Porque, quando falamos de inclusão, não falamos apenas de legislações existentes, mas, de como a sociedade tem contribuído e como as instituições têm implementado medidas, para além das leis. Será um momento de escutar profissionais e pessoas que realmente vivenciam isso na pele, para que nós, como sociedade, possamos melhorar”, completa.
A diretora da TV e Rádio Assembleia, Camila Dall’Agnol, reforça que o Setembro Verde é uma campanha nacional que a Assembleia Legislativa de Roraima abraça todos os anos.
A diretora da TV e Rádio Assembleia, Camila Dall’Agnol, reforça que o Setembro Verde é uma campanha nacional que a Assembleia Legislativa de Roraima abraça todos os anos e que, em 2026, a SupCom está levando para dentro da TV e da rádio como forma de ampliar o alcance das ações promovidas pela mobilização.
“Esse podcast quer ouvir quem sente no dia a dia a necessidade de políticas públicas, de saber como as leis e os direitos têm chegado até eles e, principalmente, ouvir as demandas de quem precisa. Será que essas leis precisam de aperfeiçoamento? Será que é preciso ter um olhar mais sensível, para além da legislação? São coisas que só conseguimos entender se ouvirmos quem, de fato, passa por isso. Essa é a nossa proposta para o podcast”, comenta Camila.
Estarão presentes: Vinícius Cardoso, professor de Educação Física e coordenador do Centro de Referência Paralímpica em Roraima; Narjara Fagundes, do Centro Estadual de Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS); Ana Paula Aporta, diretora terapêutica do Centro de Acolhimento ao Autista (Teamarr) da ALERR; e Rogelson Sasso, presidente da Amardown.
Texto: Suzanne Oliveira
Fotos: Jader Souza / Nonato Sousa e Eduardo Andrade
A atividade busca ampliar as experiências de convivência e interação social das crianças atendidas pelo programa da ALERR
Integrantes do Grupo de Habilidades Sociais do Centro de Acolhimento ao Autista (Teamarr), da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR), participaram de uma visita ao Museu Integrado de Roraima, nesta quarta-feira (23). Localizado dentro do Parque Anauá, o museu conta com exposições e acervos históricos sobre a fauna e a flora do estado. O passeio contou com a participação de 15 crianças, com idades entre 10 e 13 anos.
A psicopedagoga do Teamarr, Rafaella Nery explica que a visita ao museu permite colocar em prática habilidades de comunicação, espera e interação social.
Ampliar a capacidade de socialização, desenvolver a habilidade de espera e estimular a interação social de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) são alguns dos principais objetivos do Grupo de Habilidades Sociais do Teamarr. Conforme explicou a psicopedagoga Rafaella Nery, diferentes habilidades são trabalhadas mensalmente por meio de atividades planejadas para estimular a autonomia, a convivência e a participação dos atendidos em ambientes e situações do cotidiano.
“Neste mês, nós trouxemos para as sessões a temática da Amazônia, então nada melhor do que apresentar a eles o museu por meio de todas as atividades sensoriais que temos aqui. E este é um ponto importante para o desenvolvimento deles, porque trabalhamos a comunicação e a espera, e este é um momento para colocar em prática tudo o que foi desenvolvido durante as consultas”, comenta.
Aos 13 anos, Kelvin Costa visitou o Museu Integrado de Roraima pela primeira vez e destaca o interesse pela história, pelos povos indígenas e pelas espécies de aves da região.
Essa foi a primeira vez de Kelvin Costa, de 13 anos, no museu. O espaço despertou a curiosidade do adolescente, que pôde conhecer de perto elementos da biodiversidade de Roraima. A experiência também permitiu que ele colocasse em prática habilidades desenvolvidas durante os encontros do grupo, como a interação, a comunicação e a convivência em diferentes ambientes.
“Eu achei muito legal conhecer um pouco mais sobre as histórias antigas do nosso estado, os povos indígenas e também ver os animais que fazem parte da nossa região. Gostei de conhecer coisas que eu ainda não sabia. O que mais chamou a minha atenção foi a exposição sobre as aves, onde pude conhecer diferentes espécies e ouvir os sons e cantos delas”, destaca.
Heitor Costa, de 13 anos, conheceu pela primeira vez o acervo do Museu Integrado de Roraima e se encantou com a diversidade de insetos, aves e aranhas da fauna local.
Quem também visitou o museu pela primeira vez foi o Heitor Costa, também de 13 anos. Ele foi ao passeio por insistência do amigo Kelvin. A fauna local foi o que mais chamou a atenção do estudante. “Eu gostei de conhecer mais sobre os insetos e aves aqui de Roraima, também vi várias espécies de aranhas e achei tudo muito legal”, conta.
Museu Integrado de Roraima
A diretora do Museu Integrado de Roraima, Elena Fioretti, apresentou os acervos aos participantes do Grupo de Habilidades Sociais, destacando o papel educativo e social da instituição.
A visita ao Museu Integrado de Roraima (MIRR) foi conduzida pela diretora da unidade, Elena Fioretti, que apresentou para as crianças os acervos catalogados e a Exposição AmarZônia, que conta com diversos elementos da biodiversidade de Roraima. Ela também ressalta que o espaço tem o compromisso de atender a sociedade e reforça a importância das visitas.”
“O museu tem como premissa atender a sociedade. Todo o trabalho realizado aqui, seja no âmbito da pesquisa ou no campo das atividades educativas, precisa retornar à sociedade. E uma das formas que nós atuamos é exatamente essa, apresentar a todos que venham aqui um pouco do nosso acervo”, ressalta.
O museu funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 17h. Aos domingos, o local funciona das 14h às 17h.
Encerramento da 67ª edição ocorreu no CEM Carlo Casadio e abordou segurança na internet, relacionamentos e situações de abuso
Estudantes do Colégio Estadual Militarizado Professor Carlo Casadio, localizado no bairro Cinturão Verde, participaram, nesta sexta-feira (18), do encerramento da 67ª edição do projeto Educar é Prevenir, desenvolvido pelo Programa de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (PDDHC) da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR). A ação levou à comunidade escolar orientações sobre violência, abuso, tráfico de pessoas, relacionamentos e riscos no ambiente virtual.
Esta foi a segunda vez que o projeto esteve na instituição. A primeira edição ocorreu em 2023. Durante a semana, alunos e profissionais da escola participaram de atividades voltadas à identificação de situações de risco e sobre como denunciar casos de violência.
Diretora do PDDHC, Socorro Santos, destaca a importância de orientar adolescentes sobre violência, relacionamentos e riscos na internet.
A diretora do PDDHC, Socorro Santos, destacou os temas abordados com os adolescentes, entre eles, os relacionamentos e a segurança na internet. “Falamos sobre a questão do namoro, para prestar atenção nas violências que acontecem dentro de uma relação que você nem percebe. E também reforçamos as questões da internet, dos convites”, comentou.
Socorro também citou a atuação do programa em um caso recente envolvendo uma roraimense que estava no exterior e recebeu auxílio para retornar ao Brasil. Segundo ela, a orientação e a articulação da rede de proteção podem contribuir mesmo quando a vítima está distante.
“A gente teve um caso que a gente conseguiu resgatar a moça. Chegou no Brasil hoje. E esse resgate nos faz refletir sobre o trabalho. Mesmo à distância, a gente consegue fazer uma interferência, salvar uma vida. A informação salva vidas”, destacou.
Diretor do CEM Carlo Casadio, Frank Lau, ressalta a importância de apresentar aos estudantes os canais de denúncia e os caminhos para buscar ajuda.
Para o diretor do CEM Carlo Casadio, Frank Lau, a presença do projeto amplia o acesso dos estudantes aos canais de denúncia e ajuda a comunidade escolar a saber como agir diante de uma situação de violência.
“Para nós é muito importante porque é um alerta. Eles trazem um mecanismo de acesso para denúncia de violência, de tráfico de pessoas e de combate principalmente à violência contra a mulher. Indicam os caminhos a serem adotados em caso de conhecimento, mesmo que seja feito por meio de denúncia anônima”, avaliou.
Estudante Eliza Aguiar, de 16 anos, comenta os aprendizados sobre segurança nas redes sociais e prevenção a situações de abuso no ambiente virtual.
Entre os conteúdos trabalhados durante a semana, os estudantes também receberam orientações sobre os riscos presentes em jogos online, sites e aplicativos. A líder de turma e estudante do segundo ano do ensino médio, Eliza Aguiar, de 16 anos, disse que as atividades ajudam a identificar estratégias utilizadas por abusadores no ambiente virtual. Ela acredita que os pais ou responsáveis devem acompanhar o uso das redes sociais por crianças e adolescentes.
“Eu sempre tomei muito cuidado com minhas redes sociais, são privadas. Então, eu acredito que toda criança deveria ter rede social privada e os pais deveriam dar uma olhada”, comentou.
Como buscar ajuda
A inspetora Herlane Salazar, da Guarda Municipal de Boa Vista e integrante da Patrulha Maria da Penha, também participou da programação e explicou aos alunos como funciona o atendimento em situações de violência contra a mulher. Para ela, conhecer os canais de atendimento desde cedo pode ajudar jovens e adolescentes a reconhecer situações de violência e procurar apoio.
“O público mais jovem é de suma importância para esse conhecimento, para que elas possam realmente buscar ajuda em um momento de violência ao qual estejam passando ou tenham conhecimento da prática de tal acontecimento”, ressaltou.
Inspetora Herlane Salazar, da Guarda Municipal de Boa Vista e integrante da Patrulha Maria da Penha, orienta estudantes sobre como buscar ajuda em situações de violência.
Em situações de emergência, a orientação é ligar para 190, da Polícia Militar, ou 180, para atendimento e orientação sobre violência contra a mulher. Também estão disponíveis o para denúncias de violações de direitos humanos: o Disque 100; 181, da Polícia Civil; 191, da Polícia Rodoviária Federal; e 3621-1516, da Polícia Federal.
O PDDHC também recebe denúncias e oferece orientações pelo telefone (95) 98402-1493. O programa funciona na Avenida Surumu, nº 1170, bairro São Vicente. Outra forma de contato são os e-mails: programapdhc@gmail.com e traficodepessoas.rr@gmail.com.
Palestras nas escolas
O projeto “Educar é Prevenir” tem como finalidade promover o empoderamento da comunidade escolar, incluindo gestores, corpo discente e docente, servidores efetivos e terceirizados, além da comunidade em geral. A iniciativa busca capacitá-los para atuar no enfrentamento ao tráfico de pessoas e às suas diversas modalidades. As ações são realizadas em escolas de ensino médio do Estado de Roraima.
Iniciativa visa acolher as famílias dos pacientes atendidos no programa; evento ocorreu nesta sexta-feira, 18
Diante da sobrecarga enfrentada por muitos familiares de pessoas com autismo, que precisam conciliar trabalho e outras responsabilidades diárias, o Centro de Acolhimento ao Autista (Teamarr), da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR), promoveu, nesta sexta-feira (18), uma palestra sobre o Setembro Amarelo com o tema “Para cuidar de quem cuida”.
A diretora terapêutica, Ana Paula Aporta, destaca que é fundamental olhar também para as necessidades e o bem-estar dos familiares, e não apenas para o paciente.
A diretora terapêutica do Teamarr, Ana Paula Aporta, destaca que além do suporte aos pacientes é fundamental acolher as famílias. “Quando se fala em saúde, especialmente em saúde mental, é preciso lembrar que o autista tem uma família, que também necessita de apoio. A ideia é estender o atendimento aos familiares das crianças e jovens acompanhados pela instituição”, ressalta.
Pensando nisso, uma ação foi planejada para as famílias de crianças e adolescentes atendidos pelo Teamarr. “O momento é voltado à escuta dessas famílias, oferecendo orientações, dados e informações sobre como identificar situações de sofrimento emocional, como a depressão, e quais caminhos podem ser buscados para obter ajuda”, detalha Ana Paula.
Larissa Ramos, assistente social do Teamarr ressalta que o mês de setembro é dedicado à reflexão sobre a valorização da vida e à importância dos cuidados com a saúde mental. Segundo ela, a atenção também precisa alcançar os familiares que carregam a sobrecarga do dia a dia ao lidar com crianças e jovens que necessitam de cuidados especializados.
“Os pais e responsáveis atípicos têm uma sobrecarga muito grande e, muitas vezes, acabam não dando tanta importância à saúde mental”, conta Larissa Ramos, assistente social.
“Nosso tempo, hoje, foi para orientar essas famílias e mostrar que elas não estão sozinhas, pois o Teamarr também tem um olhar direcionado para eles, os instruindo, dentro desses sinais que, de repente, a pessoa pode identificar, como que ela poderá buscar ajuda, quais são os serviços públicos que ofertam o atendimento, para quem enfrenta algum sofrimento psíquico”, pontua.
Suporte necessário
A professora Joseane Viana é mãe de uma adolescente com autismo, atendida pelo Teamarr há dois anos. Ela relatou que o acompanhamento especializado transformou a rotina da filha, que tinha dificuldades de interação com outras pessoas. “Depois que tive o diagnóstico, pensei: ‘Meu Deus, vou buscar ajuda’. Fui pesquisar, e descobri o Teamarr pelo Instagram. Fiz o cadastro dela e, pouco tempo depois, nos chamaram”, conta.
Segundo Joseane, a evolução da filha foi significativa. Além da socialização, houve melhora na rotina escolar. Ela relata que apesar de a garota realizar as aulas regulares de forma remota, alcançou uma importante conquista acadêmica.
A professora Joseane Viana é mãe de uma adolescente com autismo, atendida pelo Teamarr há dois anos.A professora Joseane Viana é mãe de uma adolescente com autismo, atendida pelo Teamarr há dois anos.
“O Teamarr foi um divisor de águas nas nossas vidas. Antes de ser atendida, ela não estava mais conseguindo assistir às aulas, que tiveram que ser remotas. Ela teve uma mudança da água para o vinho. Começou a me ajudar dentro de casa, a estudar sozinha e passou no vestibular da UFRR para o curso de Arquitetura aos 17 anos”, relembra orgulhosa.
Joseane avalia como fundamental a iniciativa do Teamarr em também cuidar de toda a rede de apoio do autista.
“É necessário cuidar realmente de quem cuida. Então, quem é mãe atípica, sempre está inserida naquela questão: eu estou sozinha, onde buscar a rede? Ver esse suporte é muito bom. É uma ação que deve se multiplicar várias vezes durante o ano e o Teamarr é um programa que não deve parar”, concluiu.
Objetivo do evento é discutir descobertas no Complexo Barreira, em Caracaraí, e os caminhos para transformar conhecimento científico em desenvolvimento
A Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) sediou, nesta sexta-feira (18), um debate que pode abrir novas perspectivas para o desenvolvimento econômico, científico e tecnológico do estado. O 1º Fórum de Elementos Terras Raras, Minerais Estratégicos e Críticos em Roraima, realizado no Plenário Valério Caldas de Magalhães, reuniu autoridades, pesquisadores e especialistas para apresentar estudos, resultados e possibilidades relacionadas ao potencial mineral de Roraima.
O superintendente da ALERR, Fernando Machado, destacou que o desenvolvimento econômico precisa caminhar junto com a preservação ambiental.
Para Fernando Machado, superintendente de Estudos Técnicos, Desenvolvimento de Políticas Públicas e Integração da ALERR, a participação do Legislativo é importante porque avanços no setor também passam pela construção de políticas públicas e pelo aprimoramento da legislação.
“A atração desses investimentos para o estado de Roraima é muito importante porque nós precisamos desenvolver de forma qualificada a região. E a importância da Assembleia participar dessa discussão é muito relevante, porque aqui podemos produzir leis e ajudar as próximas indústrias que vierem a ser instaladas, com incentivos, desenvolvimento e também com proteção”, explicou.
O superintendente destacou ainda que o desenvolvimento econômico precisa caminhar junto com a preservação ambiental e o respeito às questões fundiárias.
“A legislação acontece aqui, ela parte daqui. Então, a Assembleia precisa participar, precisa ser uma parte importante nessa discussão para ajudar o governo a atrair investimentos”, completou.
Pesquisas são realizadas pela UFRR e da USP no Complexo Barreira, localizado em Caracaraí, o Complexo Barreira. As equipes afirmam ter identificado, em amostras de argila, 16 dos 17 elementos classificados como terras raras. Os estudos ainda estão em fase de prospecção e análise, mas os resultados já despertam interesse científico e econômico.
Professor e pesquisador da UFRR, Vladimir de Souza afirmou que o fórum foi um marco.
Professor e pesquisador da UFRR, Vladimir de Souza, relatou que o fórum representa um momento importante para apresentar à sociedade o potencial revelado pelos estudos.
“Esse encontro vai ser um marco porque nós mostraremos a potencialidade da descoberta que ocorreu aqui das terras raras, de minerais críticos, e também a importância econômica que isso pode ter para o estado de Roraima e para o Brasil. Os números impressionam muito e podem mudar totalmente a nossa economia”, afirmou.
O professor titular da USP Henrique Eisi Toma apresentou a palestra “A nanotecnologia das terras raras”.
O professor e pesquisador da USP, Henrique Eisi Toma, afirma que Roraima tem uma oportunidade de desenvolver conhecimento e tecnologia a partir de uma realidade ainda em construção.
“Então, é uma chance de inovação, é uma chance de se projetar no mundo sem depender de coisas que já existiam. Roraima tem um potencial muito grande. Em cima desse produto tem que haver conhecimento, ciência e tecnologia. Isso tem que andar junto. Uma coisa só não basta. A gente precisa das duas coisas”, avaliou.
As pesquisas no Complexo Barreira também despertam expectativas em relação à atração de investimentos para o estado. De acordo com Lucergio Barreira, pesquisador e proprietário do lugar, a iniciativa representa uma nova frente para a mineração no estado.
“É o primeiro fórum de terras raras de Roraima. É o primeiro projeto, a primeira pesquisa de terras raras no estado. A expectativa é de investimentos nos próximos anos de mais de R$ 10 bilhões, com a mineração legal. É um projeto que pode alavancar a economia do estado”, destacou.
Ao sediar o primeiro fórum sobre terras raras e minerais estratégicos do estado, a Assembleia Legislativa se coloca como espaço de diálogo entre ciência, setor produtivo, poder público e sociedade em torno de um tema que pode ganhar cada vez mais importância na agenda de desenvolvimento de Roraima.
Parlamentares analisaram propostas relacionadas à segurança pública, empreendedorismo, defesa das mulheres, esporte e direitos de pessoas com doenças crônicas
A Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) analisou, durante sessão plenária desta terça-feira (15), sete vetos do Governo do Estado a projetos de lei aprovados pela Casa. Os parlamentares rejeitaram cinco vetos e mantiveram outros dois.
Entre os vetos mantidos estão os que atingem parcialmente os projetos que tratam do incentivo à prática de corridas de rua e da instituição do Estatuto da Pessoa com Doença Crônica, Complexa ou Rara no Estado. O primeiro foi mantido por 11 votos favoráveis e dois contrários. Já o segundo foi mantido por unanimidade.
Os outros cinco vetos foram rejeitados pelos deputados, também por unanimidade. As propostas tratam da criação do Programa Estadual de Estímulo ao Empreendedorismo de Mães Atípicas; da capacitação de agentes de segurança pública para a abordagem de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiência; de alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações dos servidores do Poder Executivo; da criação de um programa de orientação psicológica voluntária nas escolas públicas; e de medidas para garantir o acesso de mulheres a armas de eletrochoque como instrumento de legítima defesa.
Com a votação, o resultado da análise dos vetos será encaminhado ao Governo do Estado. Os projetos cujos vetos foram rejeitados pelos parlamentares seguem o processo legislativo, conforme as regras previstas para a derrubada do veto.
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