OUTUBRO ROSA – Mulheres denunciam violência doméstica após palestra do CHAME

Ação no Centro de Referência da Saúde da Mulher fez com que quatro vítimas de violência procurassem ajuda

 

Foto: Lucas Almeida/SupCom ALE-RR

Nesta semana, quatro mulheres vítimas de agressão procuraram o Centro Humanitário de Apoio à Mulher (Chame) após participarem das palestras sobre violência doméstica no Centro de Referência da Saúde da Mulher (CRSM). As ações de orientação têm sido intensificadas durante o Outubro Rosa, mostrando que a informação pode salvar vidas.

A equipe multidisciplinar do Chame, composta por advogada e psicóloga, realizou nesta quarta-feira (23), uma palestra na unidade de saúde, abordando os tipos de violência, a Lei Maria da Penha e o serviços do Chame. “As pacientes e as servidoras no Centro de Referência, tiveram a oportunidade de conhecer os seus direitos e também tirar dúvidas”, disse a advogada do Chame, Elcia Fernandes.

Segundo a advogada, durante as orientações, foram detectados casos de mulheres que estão sofrendo violência doméstica, e que agora já estão recebendo atendimento pelo Chame. “Outras por conta do medo, pediram ajuda por meio Zap Chame”, explicou a advogada .

O Centro de Referência é a única unidade no Estado especializada em atendimentos ao público feminino e recebe 300 pessoas por dia. Por conta desse contato direto com as mulheres, a diretora geral, Jucideia Almeida, conta que a equipe percebeu muitos casos de violência doméstica, e por isso, convidou o Chame para as palestras. “Em alusão ao Outubro Rosa, as mulheres devem cuidar da saúde e também se empoderar dos seus direitos, caso estejam passando por algum tipo de violência”, disse a diretora.

Segundo a coordenadora do Chame, Elizabete Brito, as palestras também contribuem para a prevenção de doenças. “Quanto mais afetada a autoestima da mulher, mais fraca estará a imunidade dela, ambiente propício para desenvolvimento de doenças, a exemplo do câncer”.

PALESTRAS – A próxima palestra do Chame em alusão ao Outubro Rosa será no dia  30, na Faculdade da Amazônia (Unama), às 19h. E no dia 31, uma programação marcará o encerramento da campanha na sede do Chame, às 8h.

Procon Assembleia divulga levantamento de preços de artigos para o Dia dos Finados

Um dos papéis da instituição é orientar o consumidor para uma compra segura

Foto: Divulgação

Arranjos, coroas de flores, velas e artigos religiosos são alguns dos itens mais procurados nesta época do ano, devido à proximidade do dia 2 de novembro, Dia de Finados. O Procon Assembleia, órgão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa de Roraima, realizou um levantamento em floriculturas de Boa Vista para ajudar os cidadãos com informações sobre preços aplicados pelas empresas na cidade.

De acordo com a diretora do Procon Assembleia, Eumaria Aguiar, esse levantamento faz parte de um dos papéis da instituição, que é orientar o consumidor para uma compra segura. “O Procon Assembleia tem um bom relacionamento com os fornecedores. Mandamos um ofício e eles encaminham a nós esse levantamento de preço, que estará no site da Assembleia, para que o consumidor possa direcionar melhor as suas compras”, disse.

A coroa de flores pequena, um dos itens mais requisitados pelos clientes neste período, apresentou a diferença de até R$ 30,00 entre as três empresas verificadas pelo Procon Assembleia, variando entre R$ 250,00 a R$ 280,00. Já a coroa grande chega a custar R$ 500,00.

O Procon Assembleia está à disposição do consumidor de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30 na rua Agnelo Bittencourt, nº 216, no Centro de Boa Vista. Outras informações pelos telefones 0800 095 0047 ou 4009-4820.

CASA BELLA FLORICULTURA

COROA DE FLORES PEQUENA R$ 250,00
COROA DE FLORES MÉDIA R$ 300,00
COROA DE FLORES GRANDE R$ 380,00
   

ANGELS – FLORES E PRESENTES

COROA DE FLORES NATURAIS 70cm R$ 280,00
COROA DE FLORES NATURAIS 90cm R$ 320,00
COROA DE FLORES NATURAIS 1,10m R$ 440,00
OBS: Pagamento ao efetivar o pedido, em espécie, transferência ou cartão de crédito ou débito. Condição especial para instituições: até 15 dias após emissão da NF.
   

 

FLORICULTURA ARTE FLORES

COROA DE FLORES FÚNEBRE PEQUENA R$ 270,00
COROA DE FLORES FÚNEBRE MÉDIA R$ 350,00
COROA DE FLORES FÚNEBRE GRANDE R$ 450,00
BUQUÊS A PARTIR DE R$ 50,00
CRUCIFIXO A PARTIR DE R$ 100,00
   

 

FLORICULTURA TELETERNURA

COROA DE FLORES DO CAMPO 0,30cm X 0,30cm (Específica para dia 02/11/2018) R$ 90,00
COROA COM FLOR DO CAMPO (0,60cm X 0,60cm) R$ 250,00
COROA COM FLOR DO CAMPO MÉDIA (0,70cm X 0,70cm R$ 300,00
COROA COM FLOR DO CAMPO GRANDE 0,80cm X 0,80cm) R$ 370,00
COROA COM FLORES MISTA PEQUENA (0,60cm X 0,60cm) R$ 350,00
COROA COM FLORES MISTA MÉDIA (0,70cm X 0,70cm) R$ 440,00
COROA COM FLORES MISTA GRANDE (0,80cm X 0,80cm) R$ 500,00
   

 

YASMIN GUEDES

SupCom ALE-RR

CRISE INSTITUCIONAL – Presidente da Assembleia Legislativa se reúne com servidores estaduais

Foto: Lucas Almeida/SupCom ALE-RR

 

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (24), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jalser Renier (SD), atendeu ao pedido de manifestantes e recebeu servidores públicos estaduais que pediram ajuda em relação ao atraso dos salários pelo Governo do Estado. Na ocasião, o parlamentar informou que os trabalhadores não devem ser sacrificados e que o Poder Legislativo está ao lado do povo na busca por uma solução para o problema.

Para o presidente Jalser Renier não é justo atrasar os vencimentos dos funcionários, independentemente de qual Poder ele seja. “Estamos aqui ao lado dos servidores estaduais buscando uma saída para que o Estado, imediatamente, possa resolver esta questão”, disse.

De acordo com Jalser Renier, a culpa pela falta de dinheiro no Poder Executivo não é dos Poderes. “A responsabilidade pelo não pagamento da folha dos servidores públicos é exclusivamente do governo estadual”, frisou o parlamentar ao afirmar que vai procurar medidas cabíveis para que o Estado cumpra com o compromisso salarial das categorias. “Não podemos mais ficar esperando. Esses homens e mulheres passam por necessidades, vivendo um momento difícil nas suas famílias porque não recebem os seus salários”, lamentou o presidente da Assembleia Legislativa.  

A servidora Syntia de Castro, ligada ao Sintraima (Sindicato dos Trabalhadores Civis Efetivos do Poder Executivo do Estado de Roraima), participou da reunião e disse que os servidores não têm mais condições de passar mais um mês sem receber. “Ele [presidente da Assembleia Legislativa] deu uma sugestão e vamos tentar, juntos, correr atrás para resolver”, complementou

 

YASMIN GUEDES

SupCom ALE-RR

Lenir Rodrigues propõe construção de escola para alunos que estudam em local improvisado

Na comunidade indígena Waraapata, em Uitamutã, estudantes não dispõem de ventiladores, banheiros, bebedouros, nem material didático

Foto: Lucas Almeida/SupCom ALE-RR

A situação crítica de um espaço improvisado, utilizado para funcionamento da Escola Estadual Indígena Aldo da Silva Mota, na Comunidade Indígena Waraapata, município de Uiramutã, motivou a deputada Lenir Rodrigues (PPS) a propor ao Governo Estado, por meio de indicação, a construção de uma escola para atender os alunos daquela região, a 319 km de Boa Vista.

Segundo a parlamentar, os alunos estudam em uma igreja que está em condições precárias e insalubres. O prédio é feito de taipa (barro), com telhado de palha e paredes que estão se deteriorando, sem janelas ou pisos.

Conforme detalhou a parlamentar, não há ventiladores, banheiros ou bebedouros para os alunos, que não possuem sequer material didático. “O local não apresenta condições mínimas para garantir uma dignidade aos alunos que ali estudam. Estou me propondo a ligar pessoalmente para a Secretaria de Educação para conseguir os materiais mínimos para que as crianças tenham uma educação melhor”, disse a parlamentar.

A escola atende aproximadamente 20 alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental I. “Com a crescente demanda de alunos, é necessária a construção da escola, para melhorar as condições de estudo para comunidade escolar, com uma ampliação das salas de aulas, para atender a demanda da comunidade”, reforçou.

Lenir embasou o pedido citando os artigos da Constituição Federal que tratam dos direitos sociais, sobre o dever do Estado em garantir a educação e a competência da União em reconhecer, proteger e o respeitar os direitos indígenas.

Ela ressaltou ainda o princípio da dignidade humana que está intimamente ligado ao direito social da educação. Frisou que, embora as medidas administrativas para atender a localidade envolvam tanto a União quanto o Estado, existe a extrema necessidade da construção da escola.  “A educação é indispensável para a formação ética e moral do ser humano, sendo dever do Estado proporcionar meios necessários para garantir a dignidade da pessoa humana”, afirmou.

 

MARILENA FREITAS

SupCom ALE-RR

Após análise da CCJ, vetos do Executivo seguem para votação em plenário

Projetos aprovados na Assembleia Legislativa foram barrados pelo Governo do Estado; deputados votarão agora pela manutenção ou derrubada dos vetos

Foto: Lucas Almeida/SupCom ALE-RR

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJ) da Assembleia Legislativa de Roraima, se reuniu nesta quarta-feira (24), no plenário Noêmia Bastos Amazonas, para apreciação de 14 vetos governamentais referentes a projetos de leis aprovados na Casa.

Para o presidente da Comissão, deputado George Melo (DC), a reunião foi produtiva e permitiu apreciar 14 das 15 proposições existentes na Ordem do Dia. “Tivemos um bom debate, projetos importantes, principalmente na área de Saúde. Um exemplo, é a questão das crianças com Síndrome de Down que precisam de um exame rápido e o Executivo vetou”, contou o parlamentar ao referir-se ao veto parcial ao projeto de Lei nº 136/17, de autoria do deputado Valdenir Ferreira (PV).

A maioria das matérias teve veto rejeitado pelos membros da CCJ, como, por exemplo, o projeto de lei nº 065/17, de autoria do deputado Jorge Everton (MDB), que propõe vacinação domiciliar para pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, pessoas com deficiência motora, síndrome de down e autismo.

Após análise na Comissão, todos os projetos seguirão para votação em plenário, quando os demais parlamentares decidirão pela derrubada ou manutenção dos vetos aplicados pelo Poder Executivo. São membros da CCJ os deputados George Melo (DC), Jorge Everton (MDB), Coronel Chagas (PRTB), Lenir Rodrigues (PPS), Brito Bezerra (PP), Aurelina Medeiros (PODE) e Mecias de Jesus (PRB).

VETOS – Entre os projetos aprovados na Assembleia Legislativa e vetados pelo Governo do Estado, estão ainda matérias que preveem: brinquedos para pessoas com deficiência em locais públicos (Aurelina Medeiros/Pode); intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em órgãos públicos (Zé Galeto/SD); água potável e filtrada nas escolas (Masamy Eda/PSD); cirurgia reparadora após bariátrica na rede pública (Mecias de Jesus/PRB); cirurgia reparadora para vítimas de câncer de mama (Mecias de Jesus/PRB); criação de salas de apoio a lactantes (Aurelina Medeiros/PODE); acentos reservados a pessoas obesas nas escolas (Marcelo Cabral/MDB); cuidadores para alunos com deficiência (Masamy Eda/PSD), entre outros.

YASMIN GUEDES

SupCom ALE-RR