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CPI das Terras da Assembleia Legislativa pede quebra de sigilo fiscal da Famer

Da reunião da CPI das Terras participaram os deputados Marcelo Cabral, presidente; Masamy Eda, vice-presidente; Zé Galeto, relator-adjunto; Soldado Sampaio.

Em reunião na tarde desta terça-feira, 20, os deputados que compõem a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Terras aprovaram dois requerimentos pedindo a quebra de sigilo fiscal de pessoa física e jurídica da diretoria da Famer (Fundação das Associações de Moradores do Estado de Roraima), que serão enviados às receitas Federal e Estadual. A finalidade, segundo o presidente da Comissão, deputado Marcelo Cabral (PMDB), é saber se houve alguma movimentação financeira e onde foram gastos esses recursos.

“Também queremos informações se teve repasse de recursos por parte do Governo Estadual ou de alguma outra instituição que possa estar fomentando a Famer”, ressaltou Marcelo Cabral. O parlamentar informou que já receberam informações da Junta Comercial e do Cartório do 2º Ofício sobre a composição da diretoria da Famer. “Iremos encaminhar esses nomes para a Receita Federal e Estadual para também obtermos dados sobre a movimentação financeira desse pessoal uma vez que estão à frente da associação”, comentou.

De posse dessas informações, a Comissão saberá quem irá convocar para ser ouvido pelos deputados que, durante a reunião de hoje à tarde, abordaram sobre o assunto eleição na Famer, pois têm conhecimento de que essa entidade há anos não realiza pleito para a diretoria. “Se comprovado, pois iremos exigir a ata ou algum documento que comprove a promoção de eleição normalmente, a entidade perde o objeto e toda a diretoria passa a não ter mandato e, assim, ninguém pode falar em nome da Famer”, ressaltou Marcelo Cabral.

Da reunião da CPI das Terras participaram os deputados Marcelo Cabral, presidente; Masamy Eda (PMDB), vice-presidente; Zé Galeto (PRP), relator-adjunto; Soldado Sampaio (PCdoB). A Comissão tem ainda como membros Jânio Xingu (PSL), Mecias de Jesus (PRB) e Gabriel Picanço (PRB).

Por Edilson Rodrigues

SupCom/ALE-RR

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