A cada atividade, programas da Assembleia Legislativa ofertam serviços que ajudam a melhorar a vida da população

Foto: SupCom Alerr

A Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) realizou na praça do Bairro 13 de Setembro, mais uma ação para ajudar os moradores a resolverem diversas demandas. A meta é atender todos os bairros de Boa Vista, para que a comunidade tenha acesso aos programas e fique cada dia mais próxima do Poder Legislativo.

A ação foi realizada na noite desta quarta-feira (27) e terá continuidade neste sábado (30), no bairro Jardim Caranã. Os trabalhos não se limitam àquele momento. Há continuidade porque os programas da Assembleia buscam a solução das demandas trazidas pelos moradores.

“No caso do Fiscaliza Roraima, na hora do atendimento é preenchida uma ficha com os dados da pessoa, e depois damos um retorno sobre a reclamação feita. E se as demandas são relativas ao Procon, Chame [Centro Humanitário de Apoio à Mulher] e a Escola do Legislativo, orientamos como se deve proceder”, explicou Eumária.

O autônomo Magno Silva aproveitou para tirar dúvidas sobre o direito do consumidor. Depois do atendimento, resolvem registrar um Boletim de Ocorrência contra uma instituição financeira. “Depois vou procurar o Procon para resolver a situação da minha mãe, que tem 72 anos, e o banco está cobrando dois empréstimos de mais seis mil reais que ela não fez. Acredito que o Procon vai resolver”, contou.

A universitária Daniele Cristina elogiou a ação ao ressaltar que a praça do bairro estava esquecida pelo poder público. “Os moradores do 13 de Setembro estão esquecidos. Essa ação da Assembleia foi muito importante porque além do lazer, a parte jurídica me chamou muito atenção, pois esclareceu dúvidas de muita gente”, disse.

EXPOSIÇÃO – Entre os programas do Poder Legislativo, o Chame levou informações e esclarecimentos sobre as áreas de atuação, e falou sobre o combate à violência doméstica e o tráfico de mulheres por meio da exposição Quebrando O Silêncio, produto de uma parceria com o projeto Olhos de Maria, da igreja Adventista do Sétimo Dia.

“Trouxemos para o cidadão, principalmente para mulher, as orientações do Chame sobre a Lei Maria da Penha e as violências que essa lei trata. Muitas vezes a mulher acha que a violência é só bater, mas existe a violência psicológica, moral, sexual e a patrimonial. A ideia é que as mulheres, ao apreciarem a exposição, também quebrem o silêncio e peçam ajuda”, esclareceu Adriana.

O programa Abrindo Caminhos montou ainda um espaço dedicado ao público infanto-juvenil, com diversas atividades recreativas que vai da pintura de rosto a jogos como totó, ping-pong e futsal.

Marilena Freitas

SupCom ALERR