Nesta sexta-feira, 4, a partir das 8h, no plenário Deputada Noêmia Bastos Amazonas, da Assembleia Legislativa de Roraima, acontecerá a I Conferência do Parlamento Juvenil do Mercosul, promovido pelo Parlamento Juvenil do Mercosul (PJM), em parceria com a Comissão dos Direitos da Família, da Mulher, da Criança, do Adolescente e Ação Social, do Poder Legislativo.

O Parlamentar Jovem Mercosul de Roraima, Darlan Filho, de 17 anos, explicou que esta é a primeira vez em que Roraima recebe a Conferência, com convite feito a estudantes de ensino médio e a representantes de órgãos estaduais, além de deputados da Casa. Haverá ainda a troca de experiências de outros parlamentares jovens dos estados da Bahia, Piauí e Santa Catarina. Haverá apresentações de projetos e uma mesa redonda.

“Faremos uma conferência com carga de 10 horas, haverá certificação”, disse ele ao enfatizar que o tema principal do encontro será ‘Jovens Protagonistas e a Escola de Ensino Médio que Queremos’. Segundo ele, a juventude em Roraima possui poucas oportunidades e que com esse debate haja mais participação em programas como Jovens Embaixadores ou Jovem Senador. “Estaremos para somar com a juventude, multiplicar ações”, contou Darlan.

Ele enfatizou que este evento tem a proposta de ser dinâmico e ouvir a classe estudantil e juvenil em busca de melhorias para sociedade. “Não será só chegar aqui e ouvir. Será um momento para discussões, de falar e apresentar ideias”, complementou o parlamentar jovem.

A deputada Angela Águida Portella (PP) é presidente da Comissão dos Direitos da Família, da Mulher, da Criança, do Adolescente e Ação Social, da Assembleia Legislativa de Roraima e vê neste momento a chance de haver na Casa um diálogo aberto e franco entre os jovens. “Defendemos muito a questão do protagonismo. É esse cidadão se sentir empoderado, coparticipante do processo de desenvolvimento, não só do Estado, mas em seu autodesenvolvimento”, destacou a parlamentar.

E será a partir desta I Conferência, acrescentou Angela, que a Casa conhecerá a posição destes jovens na sociedade. “Mas também o que eles esperam? Quais as políticas públicas que poderão ser implementadas para dá mais qualidade de vida?”, reforçou a presidente da Comissão.

Por Yasmin Guedes

SupCom/ALE-RR