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CPI DA SAÚDE Coordenadores e fiscais de processos são ouvidos na terceira fase de oitivas

Servidores da Sesau (Secretaria Estadual de Saúde), ligados à fiscalização e coordenação de processos referentes à alimentação fornecida a unidades de saúde do Estado, foram ouvidos pelos integrantes da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Saúde, da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (14), na terceira fase de arguição do grupo. Outras cinco testemunhas serão ouvidas nesta terça-feira (15).

A previsão para a oitiva era ouvir cinco pessoas, porém uma não foi localizada e outra não compareceu. Os parlamentares elaboraram perguntas sobre a conduta dos servidores junto à fornecedora de alimentos, qualidade na alimentação servida a pacientes e acompanhantes, fiscalização de contratos, entre outros pontos.

Os depoimentos e as demais informações coletadas farão parte do relatório final da comissão. De acordo com o presidente da CPI da Saúde, deputado Coronel Chagas (PRTB), essas testemunhas são relacionadas a um dos 14 contratos solicitados à Sesau. “Todas sendo ouvidas como testemunhas, depoimentos importantes para formarmos a convicção de todos os deputados que fazem parte dessa CPI”.

Vice-presidente da CPI da Saúde diz ter recebido ameaças

Durante a reunião, o vice-presidente da CPI da Saúde, deputado Nilton Sindpol (Patri) relatou aos colegas ter recebido um documento judicial em nome da Coopebras, cooperativa que terceiriza mão de obra médica nas unidades hospitalares do Estado, com pedido de afastamento do parlamentar da comissão, sob alegação de parcialidade diante das investigações.

“Isso é um ataque que eu considero não a pessoa do parlamentar, mas ao próprio Poder Legislativo, que busca fazer esse trabalho sério, transparente, buscando contribuir para que tenhamos a saúde pública para todos”, disse Nilton Sindpol. O deputado afirmou que tomará as providências cabíveis.

O relator do grupo, Jorge Everton (MDB), garantiu que estas intimidações não atrapalharão os trabalhos do grupo. “Eu trabalho com investigação policial há 20 anos, eu sei como acontece e nós não vamos nos intimidar com suposições. Acreditamos no trabalho da CPI e vamos dar continuidade”.

A reunião da CPI ocorreu com a participação dos deputados Coronel Chagas, como presidente; Nilton Sindpol, vice-presidente; Jorge Everton, relator; Renato Silva (Republicanos); Renan Filho (Republicanos); Soldado Sampaio (PCdoB); e deputada Lenir Rodrigues (Cidadania).

Texto: Yasmin Guedes

Foto: Alex Paiva

SupCom ALE-RR

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