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Nilton Sindpol pede celeridade na solução de problemas na Saúde

Nesta terça-feira (2), durante a primeira sessão ordinária de 2021, da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), o deputado Nilton Sindpol (Patri) cobrou do Governo do Estado mais empenho para a solução de problemas na rede estadual de Saúde, principalmente para a falta de medicamentos básicos no HGR (Hospital Geral de Roraima). Ele pediu ainda mais agilidade para a vacinação contra a covid-19.

Enquanto lamentava a morte da policial civil Juçara Morris, e de outras pessoas que perderam a batalha contra o novo coronavírus, o parlamentar pediu aos colegas da Assembleia Legislativa para ajudarem a fiscalizar, pois quem sofre é a população dependente do sistema público de saúde. “As pessoas já estão cansadas desses discursos vazios aqui. Cadê os atos concretos? Cadê os remédios da UTI [Unidade de Terapia Intensiva]? Os anestésicos?”.

Durante o discurso, Nilton Sindpol pediu a colaboração de todos para mudar a realidade vivenciada nas unidades de Saúde. “Vamos buscar junto ao Poder Executivo que essa saúde capenga melhore. Foi discurso de 2018 que o problema não era dinheiro, era gestão”.

Vacinas

 

Durante a sessão, boa parte dos parlamentares se mostraram preocupados com a vacinação em Roraima. O presidente da Assembleia Legislativa de Roraima, deputado Soldado Sampaio (PCdoB), explicou que esteve com o governador do Estado, Antonio Denarium (sem partido), e conversou sobre a possibilidade de Roraima adquirir vacinas.

Ele destacou que o chefe do Executivo participa de um consórcio da Amazônia para adquirir as doses e está pronto para comprar as vacinas. “Voltarei a falar com o governador e quero, no mais tardar amanhã, trazer essa notícia para todos”.

Em aparte, o deputado Renato Silva (Republicanos), emocionado, lembrou das perdas de parentes e amigos e dos problemas emocionais vividos neste período. “Todos estamos perdidos nesta pandemia, o mundo inteiro. Na Itália escolhiam quem viver, países de primeiro mundo não tinham como controlar as mortes”. Ele ressaltou que as quedas nas taxas de mortes ocorrerão quando as pessoas forem vacinadas.

A deputada Aurelina Medeiros (Podemos) usou o tempo de aparte para esclarecer que este momento não é propício para se pensar em eleições, mas sim na vida de quem luta contra o vírus. A preocupação dela é sobre onde comprar as vacinas. “Os grandes países não têm vacinas para vender”.

 

 

Texto: Yasmin Guedes

Foto: Jader Souza

SupCom ALE-RR 

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