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EM CARACARAÍ – CHAME investe na parceria com escolas para identificar casos de violência doméstica

O Centro Humanitário de Apoio à Mulher (Chame), da Assembleia Legislativa de Roraima, no município de Caracaraí, a 170 km de Boa Vista, está investindo em parceria com as escolas, para identificar, por meio do corpo docente, casos de violência doméstica. O Centro funciona no Núcleo da Assembleia, localizado na avenida presidente Kennedy, 1151 – Centro.

Conforme explicou a advogada e responsável pelo Chame na unidade do Poder Legislativo em Caracaraí, Brunnasshoussens Silveira de Lima Monteiro Saboia, desde a inauguração do Núcleo, no dia 18 de dezembro do ano passado, o órgão que defende a mulher tem recebido demandas relativas a divórcio, pensão alimentícia, guarda dos filhos e questões de terras.

Brunnashoussens disse que quem procura atendimento no Chame sai com um encaminhamento. “As demandas que estamos recebendo encaminhamos para a Defensoria Pública do Estado (DPE), Ministério Público de Roraima (MPRR) e aos demais órgãos competentes. Mas antes de encaminharmos essas mulheres para essas instituições fazemos um atendimento prévio porque entendemos que após um divórcio, por exemplo, a família vai precisar do acompanhamento de um psicólogo e de um assistente social, principalmente se tiver criança envolvida no processo”, disse, ao ressaltar que as pessoas são orientadas neste atendimento prévio sobre quais os documentos e os meios necessários para chegar até as instituições competentes que vão solucionar o problema.

Este mês, contou a advogada, uma equipe multidisciplinar do Chame em Boa Vista, formada por advogada, psicóloga e assistente social, irá ao município para tratar desses assuntos voltados às mulheres e também à família. “Enquanto isso, estamos investindo em palestras, oficiando escolas e o Conselho Tutelar sobre o programa voltado para essas mulheres que necessitam do acolhimento que o Chame proporciona. Estamos, através das escolas, incentivando os professores a identificar quem está sendo alvo da violência doméstica, para que repassem o caso para o Chame ajudar”, afirmou.

Por Marilena Freitas

SupCom/ALE-RR

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