Competição contou com participantes da sede e de comunidades vizinhas que integram o projeto Abrindo Caminhos

 

Fotos: SupCom ALERR

 

Olhos atentos, concentração e muita adrenalina. Foi neste ritmo o 4º Torneio Interno de Jiu-Jitsu promovido na tarde desta segunda-feira, 02, pelo Núcleo da Assembleia Legislativa no município de Alto Alegre, para 150 atletas do Programa Abrindo Caminhos.

O torneio contou com a participação dos atletas da sede do município, a 78 quilômetros de Boa Vista, e das comunidades indígenas Recrear, Sucuba e Raimundão, entre 20 a 40 quilômetros no entorno do município.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jalser Renier (Solidariedade), prestigiou o evento e pontuou que o torneio é o reconhecimento do esforço da equipe da Assembleia.

 “Quando se está determinado, as coisas conspiram a favor daqueles que confiam na sua responsabilidade. Aqui em Alto Alegre tudo está fluindo de forma natural, com resultados positivos, graças ao empenho de todos”, ressaltou.

Segundo o coordenador do Núcleo, Francisco Valões, o torneio integrou as comunidades e motivou os alunos. “Essa é a prova viva de que a Assembleia Legislativa se aproximou da população, resgatando essa criançada, dando o retorno que a sociedade alto-alegrense esperava”, avaliou.

A atleta Viviane Jofre, de 10 anos, treina jiu-jitsu há um mês, mas já conquistou a primeira medalha. “O jiu-jitsu é ótimo, porque evita que as crianças entrem no mundo das drogas. Depois desse projeto, o município melhorou muito”, disse.

Antes do Núcleo, o professor de jiu-jitsu Leandro Pacheco já desenvolvia um trabalho social junto às crianças. “Tínhamos apenas 70 crianças, mas depois que do projeto Abrindo Caminhos, atendemos mais de 600 crianças, que encontraram um novo caminho para transformar suas vidas”, contou.

A dona de casa Roberta Fabiana Rodolfo da Silva, da comunidade indígena Raimundão, estava muito feliz pela participação da filha de 8 anos, Larissa Mirela Oliveira, na competição.

“Minha filha ficou com o primeiro lugar e eu estou muito orgulhosa. Antes do jiu-jitsu ela só tinha como atividade a escola. Agora tudo mudou, e até na escola ela melhorou”, contou.

Marilena Freitas

SupCom ALERR