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NA TRIBUNA – Jeferson Alves inicia ano legislativo com discurso de esperança para roraimenses

Deputado falou sobre a crise enfrentada pelo Estado e trabalho que pretende desenvolver durante os próximos quatro anos

Foto: SupCom ALE-RR

Durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), na manhã desta quarta-feira (20), o deputado Jeferson Alves (PTB) subiu à tribuna para agradecer pelos 2.616 votos que o elegeram para o mandato de 2019-2022.

Em seu primeiro discurso, o parlamentar relembrou sua infância e adolescência, e falou sobre o sonho de se tornar um representante do povo. “Lembro que aos 14 anos, olhei para meu pai e disse a ele que ele voltaria na Assembleia Legislativa porque um dia eu iria ser deputado, e no meu primeiro discurso, eu iria contar a história da minha família na política. Para minha felicidade, hoje ele está aqui”.

Jefferson ressaltou a responsabilidade do mandato e falou da importância de as pessoas acreditarem que o Estado pode sair da atual crise econômica. “Hoje trago para essa Casa a responsabilidade não só de realizar o meu sonho como deputado, mas o sonho de milhares de pessoas que acreditam que esse Estado possa mudar.”

O parlamentar destacou as dificuldades enfrentadas pelos roraimenses, como a falta de pontes nas vicinais de alguns municípios, a falta de leitos no Hospital Geral de Roraima, o atendimento realizado por apenas uma maternidade para praticamente todo o Estado e falta de pagamento dos servidores terceirizados, que ainda estão há meses sem receber, acampados em frente ao Palácio do Governo, na Praça do Centro Cívico, em protesto.

Em aparte, o deputado Brito Bezerra (PP), deu boas vindas ao parlamentar que está no seu primeiro mandato. “Esse sonho foi construído e agora está sendo realizado. Vossa Excelência representa o sonho de milhares e milhares de roraimenses e aqui tenho certeza que pela sua luta o senhor irá trabalhar por todos eles.”

Ao finalizar, o deputado falou da necessidade de ampliar o mercado de trabalho para os jovens e do Estado sair da “economia do contracheque”. “Imagine um Estado que não tem uma economia consolidada, que vive do contracheque. Quando o poder público paga, o dinheiro circula, quando ele atrasa o pagamento muitas das vezes não circula dinheiro. Tenho 32 anos e o que mais ouvia na campanha, era os jovens chegando e pedindo para ter acesso ao mercado de trabalho. Temos que unir forças e lutar pela população”, concluiu.

JÉSSICA SAMPAIO

SupCom ALE-RR

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